quarta-feira, janeiro 03, 2024
sábado, junho 25, 2022
Educação fundamental
children being eaten by bears as punishment for mocking a bald man, germany, 15th century pic.twitter.com/Z7xHCcjpyL
— weird medieval guys (@WeirdMedieval) June 25, 2022
segunda-feira, fevereiro 14, 2022
Zenóbia
Ela era regente de Palmira, uma das cidades mais ricas da antiguidade, e no século 3 conseguiu construir um império que ameaçava o domínio romano. #ArquivoBBC
Publicado por BBC News Brasil em Quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022
Esqueceram de mencionar que ela também foi a Rainha da Aquilônia ao lado do Rei Conan. Mas aí já é texto apócrifo...
terça-feira, novembro 16, 2021
Erzsébet

De En la Piel del Asesino: 30 Confesiones Imaginarias de Criminales Muy Reale (Elena Merino Torralba, 2014).
segunda-feira, setembro 06, 2021
Bêlit?
Ela liderou sua própria frota com centenas de homens, passou quase uma vida no mar e ficou cara a cara com uma das monarcas mais poderosas da época, a Rainha Elizabeth 1ª.
Publicado por BBC News Brasil em Domingo, 5 de setembro de 2021
quarta-feira, junho 23, 2021
Wolf im Schafspelz
#BombounaBBC em 2020: Poucos anos antes da Segunda Guerra, Hitler chegou a ser retratado em revistas de decoração como um homem sensível, culto e de bom gosto.
Publicado por BBC News Brasil em Quinta-feira, 31 de dezembro de 2020
Estratégia que funciona até hoje, pelo visto.
sábado, junho 05, 2021
A verdade sobre o fim do Latim

Bom que pararam. Mas de vez em quando encontram algum livro em latim perdido em alguma cabana por aí e começa tudo de novo.
quarta-feira, março 17, 2021
Um jantar com Hitler
In the autumn/fall of 1932 when African-American scholar Milton Samuel J. Wright became the first and only person of...
Publicado por Face2Face Africa em Segunda-feira, 18 de janeiro de 2021
Essa daria um filme.
quinta-feira, novembro 26, 2020
Esculpindo Irena Sendler
Mais espetacular que arte, só a inspiração ao final.
sábado, outubro 10, 2020
Alemanha, 1902
✔ Upscaled to 4K;
✔ FPS boosted to 60 frames per second, I have also fixed some playback speed issues;
✔ Stabilized;
✔ Colorized – please, be aware that colorization colors are not real and fake, colorization was made only for the ambiance and do not represent real historical data.
Estonteante. Para ver em fullscreen, por obséquio.
domingo, setembro 27, 2020
HATSHEPSUT
Muito além de uma "usurpadora" de poder, Hatshepsut foi uma das poucas mulheres a governar a civilização egípcia, e por um período equiparável ao reinado de Cleópatra.
Publicado por BBC News Brasil em Domingo, 27 de setembro de 2020
sábado, julho 25, 2020
segunda-feira, março 23, 2020
Eles disseram
Emilio Gentile, historiador.
quinta-feira, novembro 07, 2019
Bem-vindo ao Século 21
Liliana Segre, que foi enviada ao campo de extermínio de Auschwitz aos 13 anos, relatou ter recebido cerca de 200 mensagens de ódio por dia.
Publicado por BBC News Brasil em Quinta-feira, 7 de novembro de 2019
terça-feira, outubro 15, 2019
Afro Samurai
Quase 500 anos depois, a história de Yasuke, primeiro estrangeiro a virar samurai no Japão, continua a admirar e inspirar as pessoas.
Publicado por BBC News Brasil em Terça-feira, 15 de outubro de 2019
Que história!
quarta-feira, setembro 25, 2019
Eu quero lutar, mas não com essa farda
"I started the engine, switched the radio on and the control tower started asking who I was, what I was doing. I didn't answer. I taxied and then… I was gone."
Publicado por BBC News em Domingo, 22 de setembro de 2019
terça-feira, agosto 27, 2019
Ontem, hoje
Sensacional visão do painel geral.
sexta-feira, fevereiro 22, 2019
Antes do "namorado distraído", houve uma "namorada distraída"

Staff Sergeant Louis Cappazzoli or US Navy recruits Nancy Kelley and Joe Ewing - The photograph first appeared in the October 1950 issue of Leatherneck magazine, according to Marine Corps historian Kara R. Newcomer.
Fontes: BBC / Task & Purpose
Whoa.
quarta-feira, agosto 08, 2018
And remember, boys and girls...
quinta-feira, março 16, 2017
Crônica da Desolação Reinante
"O bunker do Führer abrangia quase vinte recintos pequenos, sobriamente mobiliados, com exceção da parte do corredor que ficava em frente aos aposentos particulares de Hitler, onde havia alguns quadros, um banco estofado e algumas poltronas velhas. Ao lado, encontrava-se a sala de conferências, na qual eram feitos os informes, e que dá uma ideia do aperto generalizado, pois levava até vinte pessoas a comprimirem-se em volta da mesa de cartas, em uma sala de 14 metros quadrados, durante muitas horas, várias vezes por dia.
Os dois ambientes que compunham os aposentos de Hitler também eram decorados com parcimônia. Sobre o sofá, havia uma natureza-morta de origem holandesa e, sobre a escrivaninha, numa moldura oval, um retrato de Frederico, o Grande, pintado por Anton Graff, diante do qual o Führer frequentemente se sentava em meditativa ausência, como se dialogasse com o rei. Ao pé da cama, havia um cofre, no qual Hitler guardava seus papéis pessoais; e, num canto, como já tinha por hábito no quartel-general de Rastenburg, ele mantinha uma garrafa de oxigênio para serenar a aflição permanente de poder vir a sofrer de falta de ar, principalmente no caso de defeito nos motores diesel, que forneciam luz, calefação e ar fresco ao bunker.
A iluminação era fornecida por bulbos de lâmpadas instalados diretamente no teto de cada recinto, que lançavam uma luz fria nos rostos e tornavam ainda mais perceptível o mundo fantasmagórico no qual todos se movimentavam. Quando, ocasionalmente, havia falta de água nos dias que antecederam o fim, principalmente o pré-bunker exalava um fedor insuportável, que misturava os vapores dos motores diesel — que trabalhavam num zumbido contínuo — com o cheiro penetrante de urina e de transpiração. Em muitos corredores de ligação para o bunker inferior, havia poças oleosas, e a água potável tinha que ser racionada. Muitas testemunhas relataram como aquele ambiente apertado, de concreto e artificialmente iluminado pesava sobre os ânimos; e Goebbels confidenciou ao seu diário que procurava evitar aqueles recintos o máximo possível, para não se tornar vítima da 'desolação reinante'. Não foi, portanto, sem motivo, que se chegou à conclusão de que o cenário subterrâneo contribuiu para as decisões irreais que foram tomadas, nas quais exércitos de fantasmas eram convocados para operações de ataque que jamais aconteceram, e batalhas para fechar o cerco eram deflagradas apenas na imaginação.
Parecia que o próprio Hitler era o mais afetado pelo cotidiano numa caverna a 10 metros de profundidade. Tudo, nele, tornara-se ainda mais patente: sua pele, que já era viscosa havia anos, as feições ultimamente intumescidas, e as bolsas escuras e inchadas sob os olhos. Bastante curvado e com movimentos estranhamente oscilantes, ele andava muito próximo às paredes do bunker, como se procurasse apoio. Em função dos efeitos, muitos observadores mais perspicazes tinham a impressão de uma caducidade dramaticamente simulada. Pela primeira vez, ele dava sinais de negligência. Seu uniforme, até então impecável, apresentava manchas de restos de comida; nos cantos dos lábios, havia migalhas de bolo; e sempre que segurava os óculos com a mão esquerda, ao fazer um relato da situação, eles batiam de leve no tampo da mesa. Às vezes, ele os colocava de lado, como se tivesse sido pego em flagrante, já que o tremor dos membros contradizia seu lema, que uma vontade resoluta pode tudo. 'Mesmo que minha mão trema', ele haveria garantido a uma delegação de antigos combatentes, 'e mesmo se minha cabeça começar a tremer, meu coração jamais tremerá.'
Um oficial do Estado-Maior descreveu da seguinte forma o aspecto de Hitler durante aquelas semanas:
'Ele sabia que tinha perdido a oportunidade e que não tinha mais como ocultar o fato. Fisicamente, seu aspecto era horrível. Cansada e pesadamente, jogando a parte superior do corpo para a frente e arrastando as pernas atrás de si, ele se movimentava dos seus aposentos para a sala de conferência no bunker. Faltava-lhe a sensação de equilíbrio; quando era parado no curto percurso (20 a 30 metros), tinha de se sentar em um dos bancos dispostos nas paredes do corredor com esse propósito, ou se segurar no interlocutor... Os olhos estavam injetados; embora todos os documentos destinados a ele fossem escritos em ‘máquinas de escrever do Führer’, cujas letras tinham três vezes o tamanho das normais, ele precisava de lentes grossas para lê-los. No canto dos lábios, via-se com frequência saliva...'
Algumas pessoas também tinham a impressão de que Hitler decaía mentalmente a cada dia. Quando costumava voltar às seis da manhã dos informes noturnos, jogava-se no sofá para ditar as instruções do dia seguinte para uma de suas secretárias. Assim que ela entrava na sala, ele se levantava com dificuldade, segundo uma delas, 'para, novamente, deixar-se cair exausto no sofá; quando, então, o criado suspendia seus pés num descanso. Ele permanecia estendido em completa apatia, com um único pensamento: chocolate e bolo. Seu desejo insaciável por bolo tornou-se absolutamente obsessivo. Se antes comia, no máximo, três pedaços, agora pedia que enchessem o prato até três vezes'. Outra secretária reclamou da perceptível monotonia com que, frequentemente, falava: 'Ele, que antes conversava apaixonadamente sobre todos os temas, agora só sabia falar sobre cães e adestramento, nutrição, e a ignorância e maldade do mundo.'
Apenas diante de visitas ele era capaz de se libertar da soturnidade de seus sentimentos e conseguia recuperar seu poder sugestivo e domínio sobre a persuasão. Costumava fazer uso de uma lembrança, do nome de um experiente comandante ou de uma insignificância grandiloquente para encorajar a si próprio e à visita; e construía, em sua fantasia, a partir de palavras-chave fortuitas, forças combatentes imensas que já estavam a caminho dos portões da cidade para dar início à batalha decisiva. Afinal, os russos lutavam com 'mercenários', asseverava, e a supremacia de que se vangloriavam não passava 'do maior blefe desde Gêngis Khan'. Ele sempre retomava a 'arma milagrosa', que provocaria a guinada definitiva e envergonharia todos os pusilânimes.
Embora estivesse enfraquecendo a olhos vistos, Hitler não abria mão do comando das operações. Um misto de perseverança e de consciência da missão que tinha sempre o reanimava; acrescente-se, ainda, uma desconfiança dilacerante que o levava a crer que seus generais pretendiam expô-lo ou, até, entorpecê-lo com a ajuda de seu médico, Dr. Morell, e, assim, tirá-lo de Berlim. Apesar de conseguir controlar-se de um modo geral, às vezes, era tomado de cólera e, uma vez, esbravejara, com os punhos em riste e tremendo por todo o corpo, contra seu chefe de Estado-Maior, Guderian, que chegou a dispensar nos últimos dias de março.
A sua solidão era patente agora. De quando em quando, um morador do bunker ficava observando como Hitler se esforçava para subir a estreita escada que levava à saída para o jardim, mas desistia no meio do caminho, extenuado, e dava meia-volta; e como, frequentemente, ia para o lavatório ao lado do corredor central, onde se encontrava o canil. Demoradamente e com uma expressão estranhamente vazia, ele brincava com sua pastora e os cinco filhotes os quais ela dera à luz no início de abril."
