Mostrando postagens com marcador regressões. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador regressões. Mostrar todas as postagens

domingo, julho 12, 2026

Descanse em paz, Professor Astromar


Quem acompanhou seu resgate na Internet nos últimos anos viu que ele continuava uma figuraça. Rui Rezende era o cara.

Quando moleque, adorava e, ao mesmo tempo, morria de medo do seu Professor Astromar Junqueira. Quando finalmente revelaram a aguardada transformação do lobisomem, algo ativou lá no âmago do meu ser... para sempre.



Obrigado por tudo, Professor Rui!

quarta-feira, junho 24, 2026

Ignorância é uma benção


Tōkyō no yado (Yasujirō Ozu, 1935)

quinta-feira, maio 07, 2026

Fate Dancers Union



O destino simbolizado por uma figura feminina conduzindo duas crianças – a inocência – pelos confins de uma paisagem industrial.

Lembro vividamente de quando comprei o LP, hipnotizado pela belíssima, enigmática e melancólica capa. Parece que foi ontem, não há 34 anos (!). Naquele dia, levei pra casa um disco com ótimas músicas e uma capa com uma obra-prima estampada.

A imagem é de autoria do fotógrafo tcheco Jan Saudek.


"Fate Descends Towards the River Leading Two Innocent Children" (1970)

sábado, março 07, 2026

Stabbing Bad Boys


1º contato: no filme Bad Boys (1995), na cena em que eles entram no Club Hell. O riff ganchudo ficou tatuado na minha cabeça. Levei séculos para saber que banda era. Tempos pré-Internet.

domingo, dezembro 21, 2025

Verãozou!



Lembro como se fosse ontem, mas ao mesmo tempo parece que foi em outra vida. Os caras não tinham nenhum filtro e pra gente era tudo supercomum.

sábado, novembro 15, 2025

Fervura Máxima (1992)



Finalmente em Ultra HD. John Woo no auge do sucesso internacional.

Aluguei tanto esse filme na época, que o cara da locadora deve ter recuperado o investimento umas 50 vezes só comigo.



Déjà vu extranostálgico batendo forte aqui...

terça-feira, agosto 12, 2025

sábado, abril 12, 2025

Cuidado com o Papai Noel...



A Fortaleza. Thriller aussie perturbador que a Globo reprisava de vez em quando só pra me retraumatizar.

segunda-feira, março 31, 2025

quinta-feira, março 06, 2025

Não vou me adaptar


Uma daquelas letras que vão ficando mais e mais doloridas a cada ano.

1ª vez que ouvi foi com uns 14-15, naqueles CDzinhos que vinham encartados na Fluir...

terça-feira, setembro 10, 2024

Markie Post in the 25th Century



Quando gurizinho, adorava assistir as aventuras de Buck Rogers e seu robozinho Twiki. Não perdia um episódio. Mas só com a internet (e com idade mais que suficiente para apreciar "outras coisas"), vi que a série era um impressionante desfile de beldades. Erin Gray, Pamela Hensley, Jamie Lee Curtis, Dorothy Stratten, Markie Post e outras belezuras preenchendo generosamente aqueles colantezinhos espaciais.

O bom capitão estava em excelente companhia...

quinta-feira, fevereiro 22, 2024

Bom censo




Mesmo sem custos, confesso que passava solenemente essas pesquisas. Hoje faria diferente, claro. Tem que reconhecer o esforço.

Outro dia, respondi uma online da Panini que deu dó das perguntas.

sábado, novembro 25, 2023

“Faça a festa no inferno”


Bizz #105 (abr/1994)

Lembro de ler esse artigo na época e ficar louco para comprar todos esses CDs da Eldorado. Pena que não tinha emprego, nem grana, nem aparelho de CD...

quinta-feira, outubro 19, 2023

O Garoto e o Gigante


Era como um desenho da Hanna-Barbera em live action. E não adiantava a presença do Garoto/Wildboy: quando gurizinho, morria de medo do Gigante. Mas curtia ao mesmo tempo, principalmente quando ele salvava a pátria contra alguma criatura ainda mais feiosa.

Esse só não foi o 1º seriado que acompanhei consistente e conscientemente, porque antes dele não perdia um episódio de Operação Resgate...

quarta-feira, outubro 04, 2023

Holly Marshall ≠ Princesa Jehnna


What if... Kathy Coleman were Olivia d'Abo?

Não espalha, mas por muito tempo, achei que Holly Marshall, do seriado O Elo Perdido (1974-1976), e a Princesa Jehnna, de Conan, o Destruidor (1984), eram interpretadas pela mesma atriz. Na época, as informações eram escassas. A linha do tempo batia e, fisicamente, a inglesa d'Abo era a linda jovem mulher que Coleman poderia ter sido.

Plus, Holly foi meu 1º "crush" da telinha, antes mesmo da Simony (!). A ideia me parecia factível e sobretudo agradável.

Com a internet (sempre ela), finalmente corrigi meu erro de percepção. Enquanto d'Abo ainda teve uma longa filmografia pela frente, Coleman havia encerrado a carreira com o fim da série.

Tomei um baita susto quando ela ressurgiu em entrevistas há alguns anos, na ocasião do remake para o cinema. Infelizmente, uma vida de álcool e cigarros cobrou seu preço.

C'est la vie...

quarta-feira, junho 28, 2023

AR-TUR


@ Brinquedos Antigos

Uma das jóias da coroa da minha infância. Como foi po$$ível, desconheço. Um dia pergunto, se houver memória disponível. Mas lembro que foi um doce domingo de Natal.

Qual não foi minha surpresa em rever o AR-TUR, ou melhor, "Maquinito", estrelando um episódio do engraçadíssimo Irmão do Jorel.

Quarentena dia 189726543627809 Nível de carência:

Publicado por Irmão do Jorel Oficial em Quarta-feira, 5 de agosto de 2020


Ps: e lógico que o AR-TUR era mais bacana que o Percival!

domingo, abril 16, 2023

Ela pensa que é vítima


1ª vez que vi a Zooey Deschanel. Só fui saber quem era a dona daqueles olhos mesmerizantes 7 anos depois. E a letra rende umas discussões... Definitivamente.

quarta-feira, março 29, 2023

Capa-Lume

Impossível também não lembrar do impacto das capas da Série Vaga-Lume naquele moleque fã de gibis. Engajamento imediato.




Essas duas, do grande ilustrador Milton Rodrigues Alves, eram das minhas prediletas. Imaginação voando a mil ao longo da leitura...

Ps: entre 1956 e 1958 (20 anos antes das edições da Ática), a EBAL publicou versões em quadrinhos de O Gigante de Botas e Coração de Onça com desenhos de Nilo Cardoso e de Nico Rosso, respectivamente.

terça-feira, março 28, 2023

Viva Vaga-Lume!

Se você nasceu no Brasil nos últimos 50 anos, há grandes chances de já ter lido algum livro da Série Vaga-Lume.

Publicado por BBC News Brasil em Sábado, 25 de março de 2023


No ensino médio era obcecado pelos escritos de Marcos Rey. Logo que matei tudo dele na Série Vaga-Lume, corri atrás das obras adultas. Literalmente. Pegava dois ônibus até uma biblioteca pública longe à beça para ler O Enterro da Cafetina e Memórias de um Gigolô. Que foram um divisor de águas para mim. Outros tempos. Mais desafiadores e muito mais recompensadores.

Também adorava a trilogia do Xisto (1982-1983), Spharion (1979), O Escaravelho do Diabo (1974, todos de Lúcia Machado de Almeida), A Ilha Perdida (Maria José Dupré, 1973), Os Passageiros do Futuro (Wilson Rocha, 1987), A Serra dos Dois Meninos (Aristides Fraga Lima, 1980), Perigos no Mar (Aristides Fraga Lima, 1985), as aventuras de Tonico e Carniça (José Rezende Filho, 1978-1982), Menino de Asas (Homero Homem, 1977) com um legítimo mutante brasileiro... Estes lia e relia, mas devorei todos os "Vaga-Lumes" publicados até 1992-1993.

Inclusive, dois livros me emocionaram demais e sempre lembro com muito carinho: Zezinho, o Dono da Porquinha Preta (Jair Vitória, 1981) e o imbecilmente censurado Meninos Sem Pátria (Luiz Puntel, 1988), ambos com um lirismo e uma universalidade que transcendiam o escopo infantojuvenil.

Que série.

terça-feira, janeiro 31, 2023

D.E.P. Cindy Williams





Era bem guri quando assisti pela 1ª vez o clássico thriller de espionagem A Conversação (Francis Ford Coppola, 1974). Boiei o filme inteiro. Mas fiquei fascinado pela figura enigmática e graciosa de Ann.

Por muitos anos e muitas reprises, numa era pré-Internet, Cinthia "Cindy" Williams foi um completo mistério pra mim. E um dos melhores...