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quarta-feira, junho 10, 2026

Arma Cho




Ao contrário do Carcaju, as commissions não têm fator de cura.

quarta-feira, junho 03, 2026

segunda-feira, maio 25, 2026

Espírito possessor


The Deadman #1 Cover B Frank Cho Variant (jun/2026)

terça-feira, setembro 30, 2025

terça-feira, outubro 22, 2024

segunda-feira, outubro 30, 2023

quinta-feira, agosto 10, 2023

quinta-feira, julho 06, 2023

quinta-feira, maio 11, 2023

quarta-feira, outubro 26, 2022

sexta-feira, outubro 08, 2021

Cosplay por acaso: Irina "Teenage Girl" Irvine/Ultrona













Posso esquecer até meu nome do meio, mas não esqueço uma cena de 30 segundos de um filme de 1985.

Marvad01 da sexta



Homenagem ao robô/fembô psicótico(a) da Marvel por protagonizar os melhores episódios da morninha What If...

segunda-feira, março 15, 2021

PAU MOLE OUTRAGE!!!



"Incrível. A hispersexualização, a objetificação e a estereotipia generalizada de mulheres está sempre ok. E sempre bonito. As mulheres nunca podem se incomodar com isso, pois aí elas são histéricas. Elas estão de mimimi. A distorção de seus corpos e identidades nunca pode ser objeto de indignação; elas são obrigadas a se contentar com isso.

E responder a isso é sempre motivo de revolta.
A hiposexualização de um homem, no entanto, é vista como ofensa pessoal à masculinidade de todos. Aí, de repente, está permitido liberar toda a revolta e indignação negadas às mulheres. De repente, todos os ofendidos tem total razão em praticar assédio, em cometer injúrias, em violar as prerrogativas constitucionais de quem ousa levantar a voz e mostrar a falta de coerência na misoginia arraigada no mundo dos quadrinhos.

E todos acreditam que está tudo bem assim. Nada de errado em ofender a artista, em atacá-la, em violar sua intimidade e privacidade com suposições que em nada se relacionam ao tópico.

A misoginia não lhes protegerá."


- Cris Camargo, quadrinista e ilustradora freelancer

ArtStationBehanceDeviant

Vejo no máximo como ignorância gringa (afinal, brasileiros não têm um biotipo definido) e uma celebração dessas qualidades físicas que, mesmo limitadas a essa ignorância, nem de longe são ultrajantes ou ofensivas. E muito menos um exemplo de misoginia - que, ipsis litteris, significa ódio às mulheres. A Yara é linda e a pinup ficou linda, nem mais, nem menos. Em contrapartida, entendo perfeitamente esse grito historicamente engasgado, ainda que mal direcionado.

Mas a arte e a zueira ficaram sensacionais.