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quinta-feira, junho 18, 2026

Irmão sem-vergonha


Banda criminosamente subestimada. E acabou de sair disco novo, após um breve hiato de 28 anos.

terça-feira, janeiro 20, 2026

sábado, janeiro 17, 2026

terça-feira, fevereiro 06, 2024

4 de julho fora de época


Tem de reconhecer: é diametralmente oposto à noção empenada de patriotismo que se tem no resto do mundo. Aqui em especial.

Ps: botar o Stapleton é sacanagem. O cara podia cantar até "Caneta Azul" que ficaria bom.

sábado, setembro 30, 2023

Sorria, banda


Isso que é fã. Mas o disco novo realmente tá uma cereja, sem trocadilho.

sexta-feira, março 24, 2023

quarta-feira, novembro 30, 2022

quinta-feira, novembro 07, 2019

O fantasma dos Natais presentes


Que canção poderosa. Impressionante como uma letra que desconstrói furiosamente a "Nova Ordem Mundial" do Bush-pai tem tudo a ver com o Brasil de hoje.

quinta-feira, junho 13, 2019

quinta-feira, agosto 11, 2016

Forma e conteúdo, parte 2: "I ain't no senator's son"

The song was inspired by the wedding of David Eisenhower, the grandson of President Dwight David Eisenhower, to Julie Nixon, the daughter of President Richard Nixon, in 1968. The song's author and singer, John Fogerty, told Rolling Stone:

"Julie Nixon was hanging around with David Eisenhower, and you just had the feeling that none of these people were going to be involved with the war. In 1968, the majority of the country thought morale was great among the troops, and eighty percent of them were in favor of the war. But to some of us who were watching closely, we just knew we were headed for trouble."




quinta-feira, outubro 18, 2012

Quando a barragem romper


Só pra contrabalancear: 3/4 do Led e mr. Neil Young desconstruindo o clássico da pesagem "When the Levee Breaks".

O riff é o estouro de uma manada de mastodontes.

quinta-feira, junho 03, 2010

Tres hombres fodas



Bom, já faz uma semana que baixei os cinco primeiros álbuns do ZZ Top ripados diretamente dos vinis da época. Ou seja, com a sonzeira toda no original, sem os famigerados remixes que fizeram para dar uma cara mais "anos 80" à música dos barbudos.

Agora posso afirmar com carteirinha: mas que diferença dos diabos! Sujeira, feeling a rodo, peso monumental e um GROOVE retumbante. Power trio no seu melhor. Não é à toa que Jimi Hendrix babava na guitarra malandra do sr. Billy Gibbons. E a cozinha? Pelamordedeus.

É um crime terem enterrado essas relíquias nas versões originais. Esqueça as versões em CD e coletâneas. ZZ Top de verdade mesmo é aquele dos bolachões.

Se for na pilha, aproveite e procure no lugar de sempre pelo show do ZZ Top no Rockpalast em 1980 (também o disco 1 do DVD Double Down).





Apresentação matadora!