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sexta-feira, maio 08, 2026

terça-feira, abril 21, 2026

Com mil rosas roubadas 🌹


Cazuza era carismático demais. Ando com uma puta saudade das estrelas da minha geração que se apagaram.

sábado, setembro 13, 2025

Hermeto Pascoal (1936 - 2025)

Com serenidade e amor, comunicamos que Hermeto Pascoal fez sua passagem para o plano espiritual, cercado pela família e...

Publicado por Hermeto Pascoal em Sábado, 13 de setembro de 2025


Faça uma boa jornada, velho mago.

quarta-feira, abril 30, 2025

Catto, Filipe


Não conhecia o trabalho do(a) Catto. Nesta música, melancolia dream pop com uma pitadinha de shoegaze, outra de brega e boa letra. Impressionou.

domingo, março 02, 2025

quarta-feira, janeiro 08, 2025

Milton & Esperanza


A Esperanza ama demais o Milton. Um dos melhores TD já produzidos e provavelmente o único registro ao vivo que iá rolar deste disco. Momento mágico.

quinta-feira, novembro 07, 2024

sábado, setembro 21, 2024

terça-feira, novembro 28, 2023

Aquele Lanny


Ótimo (mini) doc sobre o homem, com depoimentos muito bacanas. Direção de Carolina Calanca.

“Lanny é o número um”



Pepeu Gomes tinha quase a mesma idade de Lanny, mas o considerava um mestre. “Foi o primeiro guitarrista que me impressionou, ele e o Sérgio Dias. Eu tinha dezesseis, dezessete anos, ouvia Hendrix. O Gilberto Gil me disse: ‘Pepeu, ouve esse chinês tocando!’. Fiquei alucinado.” Tão alucinado que, em 1969, ele foi morar com Lanny em São Paulo. Acabou ficando ali seis meses, tocando jazz, rock e música brasileira na Stardust. A banda da casa de shows tinha Hermeto Paschoal nos teclados, Paulinho da Costa na percussão, Lanny e Pepeu revezando na guitarra e no baixo. Quando o Juizado de Menores chegava, os dois se escondiam na cozinha. “Eu ficava pensando: o que estou fazendo no meio desses caras? Eu não tinha a menor condição de tocar com eles. Eu não acompanhava, saía correndo atrás deles. Pra mim, o Lanny é o número um, foi ele que descobriu como tocar a guitarra pop misturada com o blues. Tudo o que aprendi de harmonia foi com ele e o João Gilberto”, lembra Pepeu.

Ao mesmo tempo que ganhava o respeito de músicos, Lanny começou a ter problemas com drogas – especialmente com LSD – e a exibir sintomas de esquizofrenia.

(...)

Em meados da década de 1990, Luiz Calanca, dono da loja e gravadora Baratos Afins, preparava um lp de Catalau, vocalista do grupo de hard rock Golpe de Estado. Nos ensaios, comentou com Catalau que o estilo dele, ao tocar guitarra, lembrava muito o de um grande músico, então sumido, chamado Lanny Gordin. “O Lanny é meu primo, foi ele que me ensinou a tocar”, respondeu Catalau. Calanca, então, sugeriu que o chamassem para gravar: “O Lanny estava bem e já havia gravado várias músicas, quando um técnico do estúdio pediu que ele não fumasse na sala de gravação”. Ele saiu para fumar e desapareceu. Calanca só o reencontrou quatro anos depois, no centro de São Paulo. O guitarrista estava deitado na rua, barbudo, e passava as tardes sentado nas esquinas ou tocando guitarra em alguma igreja evangélica. Calanca o contratou como professor de guitarra, gravou as aulas e lançou um LP com os improvisos de Lanny. O disco ajudou a ressuscitar sua carreira.


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Trechos do livro Pavões Misteriosos, de André Barcinski.

Lanny Gordin (1951 - 2023)



Semana triste para as seis cordas.

Se o rock genuinamente brasileiro teve um só ponto de partida, foi nas primeiras palhetadas desta figuraça.



D.E.P. Lanny Gordin.

segunda-feira, julho 17, 2023

D.E.P. João Donato (1934 - 2023)


Classe demais. Obrigado, Maestro.

terça-feira, maio 09, 2023

Os Mutantes no Clube Vitória, 1969




Fotos de Antonio Carlos Sessa Netto, o Tonico fotógrafo.

Todo mundo de terninho e gravata (como um bom roqueiro raiz) e a Rita Lee Jones um brotinho. Nem em sonho imaginei que Os Mutantes já estiveram por estas bandas...

domingo, abril 02, 2023

D.E.P. Ryuichi Sakamoto (1952-2023)



A versão de "Rosa" foi primeiro contato que tive com a arte do Sakamoto em música (antes, apenas em trilhas de cinema). Um arranjo etéreo para a lindíssima composição de Pinxinguinha e Otávio de Souza.



terça-feira, fevereiro 21, 2023

O show todo: Jorge Ben & Trio Mocotó, TV Show Speciale, June 2, 1970


00:00 - "Mas que Nada" com um trecho de "Chove Chuva" em 01:18
03:08 - "Take It Easy My Brother Charles"
12:34 - "Domingas"

Despedida de Carnaval com duas doses de classe...

domingo, fevereiro 19, 2023

A poesia cantada de Mussum

Publicado por Carlos José Delfino em Quinta-feira, 3 de novembro de 2022


Ando viciado n'Os Originais do Samba. Essa edição inteira do Ensaio foi antológica.

quinta-feira, janeiro 12, 2023

O José, o Vândalo e a Phelpa



“Eu tinha arrumado uma guitarra Phelpa, uma guitarra que me quebrou o maior galho, era ruim demais, mas eu comecei a tocar. Da Barreira do Vasco, passei pela Praça Mauá, fui descendo na Rio Branco, desci tudo e fui parar em Copacabana. Eu toquei, praticamente, em tudo quanto era puteiro, da Barreira do Vasco a Copacabana.”

Odair José, em entrevista no livro Pavões Misteriosos: A Explosão da Música Pop no Brasil 1974-1983, de André Barcinski.



“Minha mãe e meu pai nunca me ajudaram, minha guitarra, pra entrar em casa, minha mãe quase me expulsou de casa, minha mãe tinha proibido a guitarra de entrar. Aí, a gente tentou convencer meu pai a dar a guitarra: ‘Pô, pai, dá a guitarra aí.’ Ele falou: ‘Se eu te der a guitarra tua mãe vai falar pra caralho, tua mãe é chata pra caralho [risos], não faz isso.’ Eu falei: ‘Pô, pai, dá aí.’ E ele não quis dar. Então, eu tive que comprar uma guitarra de quinta mão, uma guitarra dos anos sessenta, uma Phelpa Apache. A Phelpa Apache tinha interruptor de luz como botão. Sabe aquele que brilha no escuro [risos]? Eu esbarrava e desligava o captador, eu ficava o tempo todo batendo no botão. ‘Caralho, fodeu [risos]!’ A placa era rosa e a guitarra era de madeira rosa, preta, vermelha e verde [risos]”.

Carlos "Vândalo" Lopes, "o" Dorsal Atlântica, em entrevista para a Rock Brigade (agosto/2005).



@Sforcin

Não seria interessante se a Phelpa que Carlos Vândalo usou para cunhar hinos do thrash nacional como "Guerrilha" e "Morte aos Falsos" fosse a mesmíssima Phelpa utilizada 15 anos antes por Odair José em pepitas do brega romântico como "Vou Acabar Esquecendo Você" e "Sua Cartinha"?

quarta-feira, janeiro 04, 2023

Zebedeu já morreu


Um dos meus malditos prediletos. (E conterrâneo)

domingo, janeiro 01, 2023